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Red Bull conseguiu nos últimos anos estabelecer um novo padrão de comunicação no esporte, onde a produção de conteúdo proprietário é prioridade, assim como eventos únicos e exclusivos (mais de 300 por ano). Tanto que dentro da empresa, além da divisão de atletas (que gerencia mais de 600 nomes nas mais diversas modalidades) e de marketing, existe uma específica de comunicação – que, por sinal, é a que mais cresce e recebe investimento atualmente.

Tudo em busca da exposição, claro, mas sempre com a assinatura Red Bull.
Como o projeto Stratos, realizado no ano passado com o austriaco Felix Baumgartner batendo o recorde mundial de salto livre (39km de altura), com oito milhões de pessoas acompanhando ao vivo, e que ganhou diversos prêmios em festivais de publicidade. E tantos outros como o X-Fighters, Flugtag…
Mas, além desta linha única de linguagem, que logo o público percebe e que sempre traz os valores da marca, existe um outro importante fator que diferencia a Red Bull das demais marcas: investimento em marketing.
A companhia investe cerca de um terço do total da sua verba em marketing, três vezes mais do que a média de uma grande empresa, que costuma separar cerca de 10% para isso. Isso sem contar os investimentos milionários nas duas escuderias de Fórmula 1, três equipes de futebol e outros projetos no mundo do esporte que são sustentados por outra fonte.
Falando em números, segundo a Bloomberg, só no ano passado foram mais de US$ 2 bilhões para o marketing, sendo que pouco mais de 20%, ou quase US$ 500 milhões, deste valor foi dedicado aos atletas e eventos esportivos. Lembrando que não estamos falando de uma marca de material esportivo, como Nike ou Adidas.
FONTE JOGO DE NEGÓCIOS